Guilherme Arantes

Biografia

Guilherme Arantes

Guilherme Arantes nasceu em 28 de Julho de 1953, aprendeu música a partir dos 4 anos por influência do pai. Iniciou-se no cavaquinho, pouco depois trocado por um bandolim, mas foi mesmo no piano que ele encontrou abrigo aos 6 anos.

Em 1973, após muitas das experiências amadoras, estréia como músico profissional tocando junto ao grupo de Jorge Mautner. Naquele mesmo ano forma a banda Moto Perpétuo, misturando rock progressivo e música brasileira, que teve um LP lançado em 1974.

Mas em 1975, com sua saída do grupo Moto Perpétuo Guilherme Arantes resolve seguir carreira solo como compositor, e lança seu primeiro LP em 1976, pela Som Livre. Que incluía entre outros sucessos, Meu mundo e Nada mais, Cidade e a Neblina, Descer a Serra (Sorocabana).

Em 1977 lança o disco roda noturna, também pela Som livre. Mais um LP de grandes sucesso. Após um impasse contratual com a Som Livre, Guilherme passa a fazer parte do grupo da Warner Music (WEA), onde passa alguns anos afastado da mídia, por conta de projetos não tão populares, tais como: A Cara e a Coragem (1978), Estatística (1979) e Coração Paulista (1980) lançados naquele intervalo.

Algum tempo depois Guilherme desperta o interesse de Elis Regina. Em uma semana ele prepara um "hit" para Elis, como prometido. Aprendendo a Joga estoura um mês depois, além de outras canções de Guilherme também contidas nesse mesmo álbum lançado por Elis Regina.

Guilherme Arantes passa a ser visto com outros olhos pela mídia, seus trabalhos passaram a ser valorizados a partir daí. Outros e LP's e CD's vieram com o decorrer desses anos, mais de 30 lançamentos no decorrer de sua carreira, ele se tornou um grande nome da música popular brasileira, conhecido e admirado por várias gerações. Os sucessos de Guilherme Arantes tocam tão fortes quanto antigamente, marcando momentos e despertando os sentimentos das novas gerações.

Depoimento

Em 1978 comprei meu primeiro Yamaha, um CP70B que mudou a minha história, pois viabilizou todo o show-business com uma concepção inovadora e revolucionária.

Todos sabem quantas músicas compus naquele instrumento.

Com o advento dos digitais, no final dos anos 80, muitas marcas eu pude experimentar, mas sempre com uma pontinha de decepção porque o piano é um instrumento muito complexo de ser capturado digitalmente, com todas as nuances e características que pudessem agradar ao paladar mais exigente dos músicos.

Pois bem, nesta semana, a Yamaha do Brasil me contemplou com uma renovação de nossa parceria de "endorsement", que já é muito duradoura, e me forneceu um novo equipamento, o sensacional CP 4, no qual a renomadíssima marca japonesa reafirma seu compromisso de qualidade..

Desta vez, porém, atingindo um grau de satisfação JAMAIS EXPERIMENTADO por um veterano do ramo, como eu.

Parabéns à Yamaha ! É SEN-SA-CIO-NAL !

eu diria, com toda a certeza, que é o melhor piano "Stage" já fabricado em todos os tempos, dando de goleada na concorrência, tocar nele é como dirigir uma verdadeira "Ferrari" , um "Aston Martin", um Porsche, um Jaguar, uma delícia inacreditável para um velho pianista de pop-rock como eu : e meus fãs já estão podendo saborear a sonoridade e a precisão na resposta desse instrumento maravilhoso.

Um instrumento que tem não só uma formulação extraordinária no campo digital, mas um grau de artesania, de "craftsmanship" que se revela no toque , na resposta absolutamente inigualável às mãos.

Uma autentica "dream machine". Que sonzaço! Que privilégio de se tocar!

Mais uma vez: Parabéns, Yamaha!

Vocês chegaram lá.